BNDES: saiba mais sobre o Banco Nacional do Desenvolvimento

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O bom funcionamento da economia é um fator primordial para que a nação seja próspera e sua população consiga realizar investimentos. Para buscar esse objetivo, é comum que o Estado crie ferramentas que fomentem o desenvolvimento. Um exemplo deste tipo de política é o BNDES.

Isso porque o BNDES é uma estrutura que tem como um dos objetivos possibilitar com que empreendedores de diferentes portes consigam desenvolver seus projetos.  Não à toa, o conhecimento acerca desta instituição financeira é cobrado em exames destinados aos profissionais do setor financeiro, como é o caso do CPA20.

O que é o BNDES?

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, ou BNDES, é uma Autarquia Federal do Estado cujo objetivo é prover empréstimos para empresas de diferentes portes, sendo que os juros cobrados são abaixo do mercado.

Assim, está é uma ferramenta do governo para fomentar o crescimento da economia, isso é, empresas buscam está instituição financeiras para conseguir desenvolver projetos de modo mais tranquilo.

Afinal, terão que pagar juros mais baixo, além de ter a possibilidade de realizar um financiamento de longo prazo.

Simultaneamente, este banco desenvolvimento disponibiliza linhas de crédito para diferentes perfis e tamanhos de empresas.

Ainda vale destacar que o papel realizado por este banco público é relevante para alguns setores que necessitam de investimentos, todavia não possuem acesso a linhas interessantes em instituições privadas.

Dessa forma, o BNDES se porta como uma peça importante em questões relevantes. Mesmo que indiretamente, esta instituição possibilita a geração de empregos e rendas.

Introduzido a importância deste banco público, é necessário entender sua história.

História do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social foi criado no ano de 1952, como parte de um projeto do governo federal de criar uma instituição financeira responsável por executar a política de nacional de desenvolvimento econômico.

Inicialmente, o foco do banco foi direcionado a investimentos relacionados ao setor de infraestrutura.

Todavia, com a criação das estatais, o banco passou a realiza investimentos em outros setores da economia.

Assim, é possível definir a história do BNDES pela linha do tempo ao longo das décadas desde sua criação.

Anos 60

Foi na década de 60, que a instituição financeira começou a investir em outros campos além do setor de infraestrutura.

Nesse período, o negócio passou a oferecer linhas de financiamento para empresas pequenas e médias que atuavam no setor agropecuário.

O banco ainda passou a trabalhar com investimentos para os setores de desenvolvimento tenológico e indústria de bens com trabalho em bens de consumo.

Em 1964, foi inciado o processo de Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social iniciou a sua descentralização, abrindo escritórios São Paulo, Recife e Brasília.

O grupo ainda expandiu sua atuação através de parcerias com agentes financeiros credenciados presentes em diversas localizações do Brasil.

Ainda na década, o banco público passou a realizar atividades na área de substituições de importações, negócio que seria encerrado na década seguinte.

Anos 70

Em 1971, o BNDES se tornou uma empresa pública. O que possibilitou ao banco realizar uma série de mudanças relacionadas as contratações de profissionais, operações relacionadas à captação e aplicação de recurso.

Ou seja, o banco passou a ter maior liberdade no momento de realizar suas atividades.

Ainda foi nos anos 70, em que os setores de bens de capital e insumo básicos passaram a receber maior aporte financeiro proveniente da instituição financeira.

Tal contexto possibilitou a aceleração do desenvolvimento do parque industrial na América Latina.

Nos anos 70, o grupo ainda realizou investimentos em setores que ainda estavam em desenvolvimento, como foi o caso no segmento de informática e microeletrônica.

Em 1974, o banco criou três subsidiárias que possuíam seu foco de atuação voltado ao mercado de capitais, utilizando o setor como outra fonte para gerar renda.

Na década seguintes as empresas se fundiram, do processo surgiu a BNDESPAR.

Antes do final dos anos 70, o grupo realizou seus primeiros negócios relacionados às áreas de informática e microeletrônica.

Anos 80

No início dos anos 80, o banco passou a ser conhecido pela nomenclatura atual, isso é, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Além disso, foi no período em que o BNDES passou a adotar o conceito de integração competitiva com política.

Ou seja, suas linhas de crédito passaram a ser disponibilizadas visando expandir o mercado interno e, ao mesmo tempo, possibilitar com que as empresas nacionais tivessem competitividade fora do Brasil.

Em 1983, o banco público passou a realizar ações que aumentassem o número de empresas exportadoras no país.

Ainda foi na década de 80, que a instituição financeira começou a realizar atividades direcionadas aos trabalhos relacionados à privatização de estatais.

Na segunda metade da década, o grupo de início aos seus trabalhos direcionados aos segmentos de inclusão social e desenvolvimento social e urbano.

Anos 90

Dando sequência ao que havia se inciado na década 80, os anos 90 ficaram marcados pela influência do BNDES nas privatizações de grandes estatais nacionais.

Dessa forma, o banco desenvolvimento assumiu funções relevantes dentro do Programa Nacional de Desestatização, auxiliando na parte técnica e financeira.

Em 1993, a instituição financeira começou  a aumentar seus investimentos direcionados as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País.

Simultaneamente, o seu setor dedicado a empresa de exportação passou a aceitar empresa de pequeno e médio porte que buscavam realizar este tipo de atividade.

Ainda foi na década de 90, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social passou a oferecer financiamento para empresas do ramo cultural, visando fomentar a atividade no Brasil.

Política que ganharia maior espaço na instituição financeira ao longo da década seguinte.

Anos 2000

Com as novas demandas, o BNDES passou a atuar mais firmemente em setores em que antes não possuía tanto direcionamento.

Assim, ao longo das primeiras décadas dos anos 2000, o grupo passou a oferecer financiamento para empresas da área de inovação e sustentabilidade.

Além disso, a instituição financeira inaugurou seu Canal Desenvolvedor MPME no período, plataforma digital, cujo acesso foi disponibilizado para empresas de pequeno, médio e grande porte.

Ainda foi nessa época em que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social criou seu projeto de sustentação de investimentos.

Ou seja, passou a implementar políticas que visavam auxiliar empresas que solicitassem crédito.

Não á toa o banco utiliza a seguinte frase em seu site oficial: “Incentivar a inovação, o desenvolvimento regional e o desenvolvimento socioambiental são prioridades para a instituição”.

Durante o período, o BNDES ainda aumentou sua participação em negócios fora do país, disponibilizando linha de crédito para empresas localizadas em outros países da América Latina e África.

Dessa forma, a instituição financeira se posicionou como um dos bancos de desenvolvimento mais influentes do mundo.

Com funciona o BNDES?

Inicialmente, vale reforçar que o BNDES é uma Autarquia Federal.

Assim, ainda que seja uma instituição cuja administração é independente do governo federal, o mesmo tem ferramentar para exercer influência sobre a instituição financeira.

Ainda vale destacar que de acordo com o Decreto-Lei n°200, do ano de 1967, uma autarquia deve ter alguns direitos respeitados, dos quais é possível destacar três:

  1. Personalidade jurídica;
  2. Patrimônio e receita própria;
  3. Exercer atividades comuns à administração pública.

Portanto, está não é uma empresa deslocada do setor público.

Compreendido isso, é possível entender o porquê da instituição adotar algumas políticas específicas, pois este não é banco privado.

Outro ponto em que o BNDES se diferencia de bancos privados é na questão de agências físicas ou pontos próprios, dois tipos de estabelecimentos que este não possui.

Dessa forma, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social costuma realizar parcerias com outras instituições financeiras, isso é, bancos cadastrados, para esses terem o direito de oferecer seus produtos.

Como conseguir empréstimos no BNDES?

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Inicialmente é descobrir quais bancos são credenciados ao BNDES e habilitados a operar as linhas de crédito do banco de desenvolvimento.

Isso porque serão essas instituições financeiras cadastradas que realizarão as tarefas de checagem de crédito e disponibilidade ao cliente.

Além disso, os bancos cadastrados possuem a autorização em negociar fatores relevantes do contrato, como, por exemplo, prazo de duração e taxas.

Portanto, quem busca este tipo de financiamento costuma realizar uma pesquisa sobre as instituições financeiras cadastradas ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, pois as condições costumam diferir entre essas empresas.

Em suma, o BNDES entrará apenas aprovando a negociação, homologando o processo e liberando o valor solicitado para instituição financeira que estará realizando a intermediação.

Todavia, também é importante entender que tipo de projeto o banco de desenvolvimento costuma financiar e os motivos para tal.

Objetivos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Como visto até aqui, o BNDES tem como foco realizar empréstimos que auxiliem no desenvolvimento da economia nacional, sendo assim uma peça relevante para o funcionamento do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Para isso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, segundo seu próprio estatuto, possui três objetivos.

Inicialmente, o banco de desenvolvimento tem linhas de crédito direcionadas para empresas do setor inovação e com potencial de gerar empregos para população em geral no médio e longo prazo.

Junto disto, a instituição financeira adota uma política de priorizar investimentos que auxiliem no desenvolvimento regional.

Ou seja, empresas de regiões que possuem algum tipo de atraso sócioeconômico têm acesso a linhas de crédito especiais.

Como visto, está é uma política que o BNDES utiliza em suas atividades desde os anos 90, tendo ganhando maior espaço dentro do banco de desenvolvimento ao longo das décadas seguintes.

Por fim, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tem buscado disponibilizar empréstimos com taxas e prazos interessantes para empresas que aliam suas atividades com a preservação do meio ambiente.

Tal política ganhou espaço na instituição financeira principalmente a partir no início dos anos 2000.

O que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social financia

Incialmente, vale reforças que as linhas de crédito do BNDES estão disponíveis para diferentes perfis e portes de empresas, incluindo desde o micro empreendedor, até a multinacional com valor de mercado acima da casa do bilhão.

Nesse sentido, ainda estão incluídos pessoa física, caso a mesma tenha um projeto que causa impacto social e econômico para a população em geral.

Junto disto, é possível reforçar que ao longo das décadas as atividades da instiução finaceira passaram a alcançar um número crescente de setores da economia.

Assim, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social financia diversos segmentos da economia, dos quais é possível listar, por exemplo:

  • Infraestrutura;
  • Insumos;
  • Veículos e aeronaves;
  • Máquinas e equipamentos com fabricação no Brasil;
  • Exportação de bens e serviços do Brasil;
  • Capital de giro;
  • Aquisição de bens e serviços de fora do Brasil;
  • Agrícola.

Ainda vale destacar que estes são apenas alguns exemplos, sendo que o banco disponibiliza está informação completa em seu site oficial.

Contudo, é necessário reforçar que existem setores no qual o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social não possui atuação.

Nesse caso, estão:

  • Indústria bélica e comércio de armas;
  • Empresas relacionadas aos jogos de apostas e seus semelhantes;
  • Atividades bancárias e financeiras;
  • Motéis, saunas e termas.

Ou seja, empresas de setores que não apresentam um impacto direto, tanto social quanto econômico, na vida da população em geral.

Além disso, é relevante também compreender os principais tipos de financiamentos do BNDES e para qual parte da população estes produtos estão disponíveis.

Linhas de créditos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

O BNDES possui quatro linha de créditos de destaque. No caso, são:

  • FINAME;
  • BNDES Automática;
  • Cartão do BNDES;
  • Microcrédito.

FINAME

O FINAME, ou Financiamento de Máquinas e Equipamentos, é um dos créditos mais relevantes do BNDES, pois está diretamente relacionado à concessão de crédito para aquisição de bens de capital de forma geral.

Assim, o FINAME é útil tanto para a grande empresa que deseja expandir sua cadeia produtiva, quanto para o empreendedor de pequeno porte, que busca renda para compra te um atomóvel destinado ao seu negócio, por exemplo.

Vale destacar que existem diferentes modalidades do Financiamento de Máquinas e Equipamentos.

Talvez a que tenha maior destaque seja a modalidade em que os recursos são direcionados diretamente ao comprador.

Ou seja, valores direcionados para aquisição de bens de capital que serão utilizados pela comprador ou cedido para terceiros.

Uma segunda modalidade deste tipo de financiamento é a que os rescursos são destinados para o investimento em produção de máquinas e equipamentos.

Ainda há o FINAME Agrícula, sendo que este é voltado para o financiamento de equipamentos e máquinas que serão utilizados no segmento agrícola.

Além disso, existe o FINAME Leasing, em que o equipamento e máquinário adquirido por meio do finaciamento será de propriedade da insituição financeira intermediária, até que o valor do empréstimo seja pago em sua totalidade.

Por fim, vale o destaque para as taxas de juros do Financiamento de Máquinas e Equipamentos, que são separadas em três partes:

  • IPCA+Valor fixo;
  • Spread do banco intermediáio;
  • Spread do BNDES.

Portanto, é possível compreender a relevância que o Financiamento de Máquinas e Equipamentos tem para o BNDES e o impacto que ele causa no setor de bens de capital

Todavia, é necessário apontar que existe uma maior burocracia relacionada a este tipo de negócio, sendo que o período para aprovação de determinado empréstimo pode ser mais longo.

BNDES Automática

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social possuí o BNDES Automática como uma linha de crédito destinada a projetos que envolvem a implantação de algumas ações, como, por exemplo: aumento da capacidade produtiva, expansão do empreendimento, ampliação da empresa e modernização de sua estrutura.

Todavia, só são aceitos nessa linha de crédito, solicitações que não ultrapassem o valor de R$20 milhões.

O BNDES Automático também possui uma linha de crédito emergecial para municípios, caso os mesmo tenham sido afetados por desastres naturais e necessitar de capital de giro para retomar a atividade econômica.

O crédito disponibilizado é de até R$2,5 milhões.

Além disso, o crédito do BNDES Automático é disponível par os seguintes contextos:

  • Indústrias que trabalham com produtos de ferro gusa, desde que a madeira e o carvão utilizados sejam provenientes de reflorestamento, algo que deve ser confirmado e aprovado por meio de Certificação de Cadeia e Custódia;
  • Empresas que atuam com bovinocultura de corte, sendo que o valor do empréstimo deve ser destinado à criação de bezerros;
  • Empreendimentos em que a matéria-prima e madeira nativa, nessse contexto é necessário a apresentação de um plano de manejo florestal sustentável, sendo que tal prática deve ser aprovada por um órgão ambiental oficial;
  • Centros comerciais do segmento do shopping centers;
  • Empreendimentos que atuam no segmento de alojamentos, caso o mesmo se encaixa em determinadas regras;
  • Investimentos em projetos sociais, desde que os mesmo não sejam contemplados por incentivos do governo, junto disto é necessário realizar a comprovação do impacto de suas atividades.

Como é possível perceber, está é uma linha de financiamento que contempla diferentes iniciativas, desde que estas tenha propostas que causem impacto econômico, social e ecológico.

Cartão do BNDES

O cartão do BNDES é um produto que a instituição financeira disponibiliza que tem como conceito a ideia utilizada em cartões de crédito.

Assim, este cartão é disponibilizado para micro, média e pequenas empresas (MPEs), desde que o faturamento anual seja até R$300 milhões e o negócio seja sediado no Brasil.

Além disso, este também é um pruduto em que empresários individuais possuem acesso, incluindo microempreendedores individuais (MEIs).

Portanto, este é um produto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social que tem por objetivo atingir uma parcela maior da população.

Em suma, as características do Cartão BNDES são:

  • Cada banco emissor pode disponiblizar até R$2 milhões em crédito por cliente;
  • O parcelamento para o pagamento do valor pode ser entre 3 e 48 meses;
  • Taxas de juros cobradas no período são pré-fixadas.

Ou seja, este são aspesctos relevantes com que o que busca este tipo de produto deve ter atenção.

O banco de desenvolvimento ainda disponibiliza o BNDES Agro, que, como o nome indica, é voltado para inciativas que visem financiar os investimentos dos produtores rurais em suas atividades.

Nesse caso, os produtores rurais pessoa física devem atender há algumas obrigações, como, por exemplo: seu faturamento anual deve ser de até R$300 milhões, o empresário devem ser residentes domiciliados no Brasil e comprovar que estão em dia com os as questões tributárias.

Microcrédito

Por fim, existe o microcrédito, que é uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social destinada a pessoas jurídicas e físicas de pequeno porte.

Ou seja, empreendedores que possuam uma renda bruta de até R$360 mil ao longo do ano contábil de sua empresa.

Para se conseguir está linha de crédtio, o empreendedor deve utilizá-lo como capital de giro ou para realizar investimentos em obras fixas, como, por exemplo:

  • Aqusição de insumos e materiais;
  • Compra de maquinário novo ou usado até determinado valor;
  • Obras civis.

Assim, este também é uma linha de crédito que o BNDES utiliza visando atingir a boa parte da população e incentivar novos empreendedores e ideias inovadores.

Além disso, está é uma ferramenta utilizada para girar a economia brasileira

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Diferença do BNDES para outros bancos públicos

A primeira diferença que o BNDES possui na comparação a outros bancos públicos é relacionada ao objetivo da instituição financeira.

Enquanto o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social se posiciona como um banco de desenvolvimento, cujo o foco é oferecer financiamentos que serão destinados a investimentos em novos empreendimentos e inciativas.

Como visto, o BNDES ainda atinge uma série de pessoas, todavia se foco é especialmente no grande e médio empreário.

Bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, tem seu objetivo principal voltado à pessoa física, em especial o público de baixa renda.

Assim, está insituição financeira, como a Caixa Econômica, realiza serviços como distribuição da aposentadoria, bolsa família, auxílio emergencial, entre outros planos econômicos do governo.

Na questão de financiamento, a Caixa possui outro tipo de foco, com linhas de crédito para financiamentos imobiliários.

O Banco do Brasil é outro banco público, cuja atuação também é diferente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Neste caso, o BB tem seus serviços voltados especialmente para o setor de varejo.

Portanto, é possível perceber que a proposta dessas instituições são diferentes. Ainda assim, todos esses negócios possuem impacto direto na economia nacional como um todo.

Não à toa, o BNDES e suas linhas de crédito são tão relevantes para o setor empresarial nacional, fazendo com que a instituição financeira figure entre os principais bancos de desenvolvimento do mundo.

Guilherme Almeida
Guilherme Almeida
Bacharel em Economia e Especialista em Finanças Corporativas e Mercado de Capitais pelo Ibmec-MG. Mestrando em Estatística pela UFMG, atua como professor, palestrante e porta voz das áreas de economia e finanças, tendo concedido mais de mil entrevistas para os principais meios de comunicação. Atualmente, leciona matérias ligadas à Economia e ao Mercado Financeiro em cursos preparatórios para certificações financeiras, além de ser o Economista-Chefe do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG).

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