Private equity: o que é e como funciona essa área do mercado?

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Existem diversas formas de investimentos disponíveis no mercado financeiro. Dentre elas, uma modalidade diferente do mercado acionário de se investir em empresas é o private equity.

Devido ao seu dinamismo e características próprias, o private equity é uma área interessante para quem quer trabalhar no mercado financeiro — mas para isso, é preciso ter melhor conhecimento sobre a área.

O que é private equity?

Como o próprio nome sugere, o private equity é uma forma de investimento em empresas de maneira privada.

Assim, o aporte é realizado em negócios que tenham o capital privado, ao contrário do mercado de ações, em que as aplicações são feitas em empresas que possuem o capital aberto. Uma das principais características do investimento privado é que, os investimentos são realizados em troca de participação societária.

Essa modalidade de investimento existe com mais força nos Estados Unidos, mas vem ganhando cada vez mais força no Brasil. O que se torna mais uma boa alternativa aos profissionais do mercado financeiro.

Qual a diferença entre private equity e venture capital?

 

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Ao contrário do private equity, o venture capital é uma forma de financiamento voltado para PMEs e empresas com alto potencial de crescimento. Nesse tipo de aplicação, os investidores buscam empresas com alto potencial de crescimento.

Ou seja, o profissional de private equity está trabalhando com negócios que já são bem desenvolvidos e o profissional de venture capital, com os negócios que ainda estão sendo desenvolvidos.

O venture capital é um investimento de risco, já que, está relacionado com empresas que estão no seu início, não estão potencializadas no mercado e nem gerando lucros.

Quais são as vantagens do private equity?

Além da possibilidade de investimento privado, existem outras vantagens envolvendo essa modalidade. São alguns exemplos:

  • Aumento de recursos;
  • Ampliação da competitividade;
  • Abertura para atuação em novos negócios.

Através de fundos de private equity, por exemplo, é possível que o investidor auxilie no crescimento de empresas e, por consequência, cresça o seu próprio patrimônio.

Ou seja, como as empresas de private equity permitem que ambas as partes envolvidas no mercado sejam beneficiadas, quem atuar nesse espaço, pode ter um amplo espaço de atuação profissional.

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O que um profissional dessa área precisa saber?

Trabalhar com private equity exige que o profissional tenha habilidades comerciais, perfil analítico, interesse por empreendedorismo e que tenha qualificação profissional.

As certificações financeiras são essenciais para quem quer adentrar em qualquer ambiente de trabalho. No mundo do mercado financeiro, não é diferente.

Essa é uma forma de investimento bastante específica. Dessa forma, tanto gestores de investimentos, quanto analistas de investimentos devem conhecer esse tipo de ativo.

O que um profissional que atua nessa área precisa entender sobretudo é que se está no processo de planejamento e construção. Ter pensamento estratégico é um fator indispensável, além de outros aspectos, como:

  • Entender potenciais retornos de investimentos;
  • Saber quais são as oportunidades de aplicações;
  • Realizar memorandos de investimentos sobre processo de venda.

Trabalhar com private equity permite que o atuante esteja em contato com negócios em um grande potencial de crescimento no mercado em que está inserido. Logo, quem busca atuar nessa área precisa estar antenado não só com mercado financeiro, mas também com tópicos de gestão empresarial, empreendedorismo e planejamento de negócios.

Guilherme Almeida
Guilherme Almeida
Bacharel em Economia e Especialista em Finanças Corporativas e Mercado de Capitais pelo Ibmec-MG. Mestrando em Estatística pela UFMG, atua como professor, palestrante e porta voz das áreas de economia e finanças, tendo concedido mais de mil entrevistas para os principais meios de comunicação. Atualmente, leciona matérias ligadas à Economia e ao Mercado Financeiro em cursos preparatórios para certificações financeiras, além de ser o Economista-Chefe do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG).

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