Alocação de ativos: entenda o que é e como funciona

Alocação de ativos:entenda o que é e como funciona
Share on twitter
Share on facebook
Share on whatsapp
Share on email

Os investidores que buscam diversificar sua carteira de investimentos com certeza já ouviram falar sobre a alocação de ativos. Com essa estratégia, é possível investir em diferentes classes de ativos sem correlação entre eles. 

Com essa diversificação na alocação de ativos na carteira, enquanto uns sobem, outros descem. Isso garante que um amorteça a queda do outro. 

O que é alocação de ativos?

A alocação de ativos é uma estratégia de investimento que diminui os riscos através da diversificação da carteira de investimento. Assim, é possível obter ativos de diferentes segmentos para que a carteira esteja mais segura, com menos riscos através da diversidade. 

Algumas opções de ativos que podem compor a carteira de um investidor são ações, moedas estrangeiras, commodities, ou até alocação de ativos em fundos de investimentos. Isso porque o objetivo é que esses ativos não tenham correlação, assim o desempenho deles também não será o mesmo no mercado. 

Portanto, a movimentação diferente de cada ativo diminui os riscos de grandes perdas, além de ter uma volatilidade menor e garantir um equilíbrio financeiro. Isso porque, quando um ativo sobe, outro desce. 


Já pensou em ser um profissional do mercado financeiro? Conheça os cursos do Certifiquei e se qualifique! 

Estratégias de alocação de ativos

Existem estratégias que são usadas para montar a carteira diversificada e garantir um risco menor de perda financeira. Conheça as 6 estratégias a seguir.

Alocação estratégia de ativos (h3)

Nessa estratégia, o foco é a longo prazo. Não existe uma realocação, mesmo que determinado ativo se desvalorize e se torne a menor parte da da carteira. Aqui,o funcionamento é feito através da expectativa de retorno dos ativos da carteira. 

Ponderação constante (h3)

Essa ação é considerada mais ativa, já que o investidor precisa rebalancear de tempos em tempos a carteira para respeitar as porcentagens estabelecidas. 

Apesar de não ter regras sobre a periodicidade e os valores definidos para realocação, a recomendação é que a oscilação da composição dos ativos não ultrapasse os 5%. 

Alocação tática de ativos (h3)

Essa é uma opção mais flexível, já que há possibilidade de ter uma alocação estratégica de curto prazo mesmo em uma carteira de investimentos com foco no longo prazo.

Assim, se o investidor ver uma oportunidade no mercado, ele pode alterar sua carteira em um curto período e ter bons retornos. Mas, se a estratégia fizer com que o investidor encontre o momento para fazer a operação de curto prazo, ela é mais arriscada que as outras. 

5 passos para se inscrever na prova da ancord

EBOOK GRATUITO | 5 passos para se inscrever na prova da ANCORD

Baixe o ebook gratuito para conferir como realizar a prova de certificação ANCORD para tornar-se um Agente Autônomo de Investimentos.

5 passos para se inscrever na prova da ancord

EBOOK GRATUITO | 5 passos para se inscrever na prova da ANCORD

Dinâmica (h3) 

Na dinâmica, a alocação é feita através da realocação dos ativos de acordo com as mudanças das previsões futuras sobre o mercado. Além disso, o investidor precisa ter conhecimento sobre o mercado. 

Alocação de ativos segurada (h3) 

Para os investidores de perfil conservador, essa estratégia é a mais indicada. Isso porque ela é feita com um limite de perdas na carteira de investimentos. 

Ao atingir esse limite, o investidor precisa realocar seus ativos para as aplicações mais seguras e estáveis do mercado. 

Integrada (h3)

Essa é a estratégia de alocação de ativos mais equilibrada. Isso porque considera o retorno esperado e também os riscos dos ativos. Ademais, é mais ampla e permite a mistura das outras estratégias, mas não pode haver contraposição. 

 

Guilherme Almeida
Guilherme Almeida
Bacharel em Economia e Especialista em Finanças Corporativas e Mercado de Capitais pelo Ibmec-MG. Mestrando em Estatística pela UFMG, atua como professor, palestrante e porta voz das áreas de economia e finanças, tendo concedido mais de mil entrevistas para os principais meios de comunicação. Atualmente, leciona matérias ligadas à Economia e ao Mercado Financeiro em cursos preparatórios para certificações financeiras, além de ser o Economista-Chefe do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG).

relacionadas