CGE: saiba tudo sobre esta nova certificação da Anbima

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CGE: saiba tudo sobre esta nova certificação da Anbima

Para quem deseja atuar no mercado financeiro, ou para quem já é um profissional da área, as certificações financeiras são fundamentais. Portanto, nesse artigo conheceremos melhor a certificação CGE.

Assim como os certificados CPA 10 e CPA20, a CGE também é um certificado emitido pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), porém, especialmente voltada para profissionais que desejam  atuar com fundos estruturados.

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  1. O que é a CGE
  2. Exame CGE
  3. Conclusão sobre a CGE

O que é a CGE

CGE: saiba tudo sobre esta nova certificação da Anbima

Com validade desde o começo de 2021, a Certificação de Gestores para Fundos Estruturados da Anbima possibilita ao profissional da área atuar no gerenciamento de recursos de terceiros com produtos estruturados do mercado financeiro.

Produtos estruturados são Ou seja, o profissional vai trabalhar com produtos que envolvem no mínimo um derivativo, ao ponto que seu valor está diretamente relacionado a uma taxa referencial, um ativo subjacente ou um índice.

Vale ressaltar que as atividades que a CGE possibilita ao profissional executar estão ligadas a três tipos de fundos estruturados. São eles:

      1. FIP – Fundo de Investimento em Participações;
      2. FIDC – Fundo de Investimentos de Direitos Creditórios;
      3. FII – Fundo de Investimento Imobiliários.

Além disso, esta certificação foi elaborada visando atender a novadas demandas da área e aumentar e atestar o conhecimento e credibilidade do profissional que atua no campo.

Para entender o porquê que esta certificação, é necessário compreender a papel que a Anbima tem no mercado financeiro e o que motivou a criação desta certificação.

Anbima

Sendo um dos agentes mais importantes do mercado financeiro, a Anbima tem como objetivo executar quatro atividades no setor. São elas:

      • Informar;
      • Autorregular;
      • Representar;
      • Educar.

Para deixar isto mais claro, vale destacar separadamente cada atividade:

Informar

A Anbima ocupa o papel de principal fonte de informação sobre o mercado financeiro nacional.

Entre suas atividades nesse sentido, a instituição costumar fornecer informações de grande relevância, como taxa Selic, projeção do Produto Interno Bruto (PIB) e fatores macroeconômicos, para quem atua no mercado financeiro.

Assim, é possível entender o porquê desta instituição ser tão relevante para o setor.

Autorregular

Outra atividade executada pela instituição é a de regulação do mercado, isso é, a Anbima é responsável por fiscalizar as empresas que atuam no setor.

Vale ressaltar que não há um caráter de obrigatoriedade por parte da Anbima.

Ou seja, as empresas têm que buscar a instituição e se voluntaria para ser parte do portfólio de análise da Anbima.

Processo diferente do que ocorre com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em que as empresas do mercado são obrigadas a submeter a fiscalização da instituição.

Todavia, mesmo sem o caráter obrigatório, é comum que as empresas procurem a Anbima, afinal estar filiada a instituição tem um peso de credibilidade para o mercado.

Representar

Representar o mercado de capitais nacional é outra importante atividade da Anbima.

Através de uma série de debates e comitês, a instituição busca mediar a relação entre os agentes do mercado financeiro com os órgãos públicos.

Ainda vale ressaltar que esta é uma importante ferramenta na defesa dos interesses do mercado de capitais.

Além disso, esse papel representativo também tem grande influência no progresso do setor na totalidade.

Educar

Por fim, é o momento de falar sobre a tarefa que está diretamente relacionada ao tema central do texto.

Um dos principais compromissos da Anbima é educar, ou seja, prover educação para os profissionais que atuam no setor.

E esta tarefa é realizada especialmente através das certificações Anbima para os profissionais do campo. Especializações que possibilitam atestar o conhecimento daqueles que atuam na área, além de passar maior credibilidade.

A Anbima também possui programas de incentivo para produção e disseminação de materiais voltados para área.

Por fim, a associação tem um papel influente na disseminação da educação financeira para fora do setor.

Entendido as tarefas executadas pela Anbima, é possível compreender o porquê desta associação e suas certificações terem tamanha relevância para o mercado.

O próximo passo é compreender o que levou a criação da CGE.

Criação da Certificação de Gestores para Fundos Estruturados da Anbima

O principal objetivo para criação da CGE foi otimizar o mercado de trabalho relacionada a área de gestão de recursos de terceiros em relação a fundos estruturados.

Isso porque antes da criação desta certificação, a habilitação para as atividades relacionadas a área de fundos estruturados faziam parte da Certificação de Gestores Anbima (CGA).

Dessa forma, era natural que o profissional que buscasse atuar com a área de gestão de fundos estruturados acabasse tendo que lidar com uma série de outros assuntos.

Visando “solucionar” está questão, a Anbima criou a Certificação Anbima de Fundos de Gestão (CFG) e a CGE.

Assim, a Anbima dividiu sua certificação de gestores em três partes:

      • CFG;
      • CGA;
      • CGE.

Em suma, o CFG funciona como um “guarda-chuva” onde se agora se encontram o CGA e o CGE.

Dessa forma, para possuir qualquer um dos dois certificados, é necessário ter previamente o CFG.

Ou seja, após atestar seu conhecimento com o CFG, o profissional tem a possibilidade de se habilitar para atuar as profissões relacionadas à CGE e CGA.

Assim, a CGE se tornou a certificação que possibilita ao profissional atuar com FIP, FII, FIDC, como foi citado anteriormente neste texto.

Enquanto, o CGA é uma certificação voltada para quem busca atuar profissional com a gestão de recursos em fundos de investimentos, especialmente relacionada aos seguintes fundos:

      • Renda fixa;
      • Renda variável;
      • Multimercado;
      • Cambiais.

Tal separação, possibilitou maior clareza em relação aos reais propósitos das certificações de gestores Anbima.

Contudo, este não foi o único benefício desta alteração realizada pela associação.

Benefícios

Como citado anteriormente, talvez o principal benefício trago pela mudança foi a maior clareza que estas alterações trouxeram ao mercado de gestão de recursos.

Contudo, este não é o único benefício possibilitado.

Inicialmente, é possível citar que a tendência é que mais profissionais que atuam no mercado financeiro devem rumar para área de gerenciamento de investimentos.

Afinal, ao deixar mais claro as atividades executadas e segmentar o campo de atuação, a função tende a se tornar mais atrativa.

Outro ponto positivo da mudança, que também deve impactar em um número maior de profissionais buscando a área, são as alterações que houveram no exame para trabalhar profissionalmente como gestor de investimentos.

Anteriormente, o exame CGA era considerado uma das certificações mais complexas disponibilizadas pela Anbima.

Não à toa, afinal a prova era dividida em dois módulos de 70 questões.

Contudo, o formato do exame sofreu alterações, com destaque para redução do tamanho da prova.

Ou seja, as alterações promovidas pela Anbima tendem a causar um impacto positivo no mercado de profissionais da área.

Todavia, é natural que surja a seguinte dúvida: o que acontece com que já possuía o CGA antes da alteração da Anbima?

O que acontece com o profissional que já possuía o CGA?

Para aqueles profissionais que já possuíam a CGA antes do processo de alteração promovido pela associação, que se inciou em março de 2021, não há a necessidade de realizar as provas referentes as novas certificações Anbima.

Ou seja, a associação providencia às duas novas certificações para todos aqueles que já possuíam a Certificação de Gestores Anbima.

Todavia, o profissional deve ficar atento se seu processo para conseguir a CGA está concluído. Caso não, ele deverá fazê-lo, com risco de perder todo progresso até então.


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Exame CGE

CGE: saiba tudo sobre esta nova certificação da Anbima

Entendido o que é e o que motivou sua criação, outro assunto relevante deste texto é relacionado ao exame da CGE.

Como apontado anteriormente, houve uma redução de tamanho nos exames direcionados à aqueles profissionais que buscam atuar com gestão de investimentos.

Todavia, é necessário reforçar que para realizar a prova, o candidato deve possuir alguma destas certificações previamente:

Possuindo alguma dessas certificações, o profissional estará apto a possuir a CGE, para isto ele deverá seguir os seguintes passos:

      1. Inscrição;
      2. Pagamento;
      3. Agendamento.

Inicialmente o candidato deve ir até o site oficial da Anbima, ir até o tópico “Educar – Certificações e cursos”, buscar a parte que se trata da CGE e realizar a inscrição com seus dados.

No passo seguinte, o candidato deve realizar o pagamento da inscrição no valor de R$688. Este montante pode ser pago por boleto ou à vista no cartão de crédito.

Caso a pessoa seja filiada ou trabalhe em uma empresa associada à Anbima, o valor da inscrição será de R$573.

Por fim, o candidato deve definir uma data para realizar seu exame. Após a confirmação do pagamento, ele terá até seis meses para marcar o dia que fará a prova.

Apresentado o que é necessário para realização da prova, também é relevante apresentar como o exame é.

Especificidades do exame CGE

Quem busca conquistar a Certificação de Gestores para Fundos Estruturados, deve realizar uma prova composta por 45 questões de múltipla escolha, sendo que o candidato possui o tempo limite de 2 h e 30 minutos para finalizar o exame.

Para conseguir a aprovação é necessário ter um aproveitamento de mínimo de 70%, isso é, acertar pelo menos 32 questões do exame.

Além disso, a prova para CGE é composta por 8 assuntos, sendo que cada um desses temas tem um peso particular.

Assim, a prova é dividida da seguinte forma:

      • Investimento imobiliário – peso 9% até 13%;
      • Private Equity – peso 9% até 13%;
      • Securitização de recebíveis – peso 9% até 13%;
      • Fundos de índice – peso 9% até 13%;
      • Investimentos no exterior – peso 9% até 13%;
      • Avaliação de desempenho – peso 9% até 13%;
      • Gestão de risco – peso 11% até 15%;
      • Legislação, regulação e tributação – peso 18% até 22%.

Como é possível perceber, é cobrado que o candidato tenho um conhecimento de assuntos essenciais para quem deseja atuar como gestor de investimentos.

Ou seja, que deseja possuir CGE deverá ter domínio de assuntos que envolvem desde o setor de investimentos imobiliário, passando pela capacidade de avaliar investimentos fora do país e tendo noção de assuntos ligados à legislação e tributação que envolve do setor.

Dessa forma, vale destacar alguns pontos que valem ao candidato ficar atento em relação a cada assuntos.

Investimento imobiliário

Entre os assuntos ligados à investimento imobiliário que são cobrados do candidato para conquistar esta certificação Anbima é possível destacar:

      • Características de investimentos em FIIs;
      • Tipos de investimentos em imóveis existentes no Brasil;
      • Distinção dos tipos de FIIs existentes;
      • Significado e conceitos de due diligence relacionados à gestão de fundos imobiliários;
      • Comparação de FIIs com outros tipos de investimentos;
      • Precificação de imóveis: análise de preço justos, como calcular isto;
      • Análise e comparação de vendas de ativos imobiliários;
      • Tributação da área imobiliária;
      • Comparação entre investimentos diretos em imóveis e investimentos em FIIs;
      • Vantangens e desvantangens em se investir em Fundo de Investimentos Imobiliários;

Private Equity

Em questão à área de Private Equity, entre os assuntos cobrados ao candidato são:

      • Entendimento das características de investimentos em Private Equity/venture capital;
      • Modo de precificar e avaliar investimentos deste tipo;
      • Estruturação de investimentos em Private Equity;
      • Prazos e períodos de retorno deste tipo de produto do mercado financeiro;
      • Problemas e riscos existentes ao se elaborar estratégia de investimento em Private Equity;
      • Conhecimento acerca das características gerais relacionadas aos Fundos de Investimentos em Participações;
      • Entendimento do funcionamento de um FIP;
      • Identificação do perfil do investidor e como encaixá-lo em um investimento em Private Equity;
      • Compreensão dos estágios de um investimento deste tipo;
      • Estratégias para saída de investimentos deste tipo: venda para investidor estratégico, venda secundária, venda para investidor financeiro, liquidação, IPO.
      • Vantagens e desvantagens de se realizar investimentos em Private Equity.

Securitização de recebíveis

No assunto securitização e recebíveis, a Anbima determinados assuntos dos candidatos ao certificado CGE, dos quais é possível citar:

      • Entendimento das características estruturais básicas e as partes relacionadas em uma securitização de recebíveis;
      • Compreensão de conceitos relacionados ao tema, como: direitos creditórios, sacados, registros, mecânica de securitização, liquidação, entre outros;
      • Explicação e distinção das áreas jurídicas relacionadas à uma securitização de recebíveis;
      • Benefícios que uma securitização de recebíveis possibilita aos investidores e empresas;
      • Riscos relacionados a uma securitização de recebíveis;
      • Comparação e contraste análise individualizada dos ativos que compõem a carteira e análise global de uma carteira;
      • Diferenciação legal de ativos securitizados com outros tipos de ativos;
      • Entendimento do funcionamento de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios;
      • Modalidades de FIDCs;
      • Características de FIDCs segmentados específicos: financiamento de automóvel, crédito imobiliário, mercantil, entre outros.

Fundos de índice

Fundos de índice é outro tema cobrado pela Anbima no exame CGE, assim caberá ao candidato ficar atento às seguintes questões:

      • Entendimento acerca do processo de elaboração e criação de um fundo de índice;
      • Compreensão da mecânica e funcionamento de um fundo de índice;
      • Distinguir fundos de índice de fundos de investimentos fechados e abertos;
      • Relação entre a cotação de um fundo de índice com seu patrimônio líquido;
      • Entendimento do que é um fundo de índice de renda fixa e o entendimento em relação ao desempenho deste tipo de produto;
      • Entendimento do que é um fundo de índice de ações e o entendimento em relação ao desempenho deste tipo de produto;
      • Comparação entre fundos de índice de renda fixa e de ação, retorno e riscos relacionados a esses dois tipos de investimentos.

Investimentos no exterior

A associação também colocou o tema “investimentos no exterior” como um dos temas da certificação de gestores Anbima para fundos estruturados. Assim, cabe ao candidato ficar atento aos seguintes assuntos:

      • Tipos de investimentos em imóveis no exterior: posse direta, mortgages (hipotecas), leveraged equity position (financiamento de aquisição), entre outros;
      • Diferenciação entre cap rate e dividend yield;
      • Precificação de imóveis e cálculo do Net Operating Income (NOI);
      • Principais mercados de Private Equity e seus funcionamentos;
      • Processo de seleção de gestores para fundos de Private Equity ;
      • Etapas para se investir em Private Equity , comparação entre processo com o de outros ativos do mercado;
      • Características dos títulos emitidos por agências norte-americanas: Freddie Mac, Ginnie Mae, Sallie Mae, Fannie Mae;
      • Explicação sobre Mortgage-backed (MBS) e como ocorre o fluxo de caixa, pré-pagamento e riscos deste tipo de título;
      • Entendimento sobre a criação de collateralized mortgage obligations (CMO);
      • Entendimento sobre a criação de collateralized debt obligations (CDO);
      • Elencar melhores créditos externos;
      • Principais características dos Exchage Traded Funds (ETFs), vantagens e riscos deste tipo de investimento;
      • Definição, explicação e classificação dos Hedge Funds;
      • Vantagens e desvantagens de se investir em Funds of Funds;
      • Vantagens e desvantagens de se investir em Commodities. Investir em commodities por meio de derivativos;
      • Relação entre commodities e inflação.

Avaliação de desempenho

Por seu uma das certificações para quem deseja atuar como gestor de ativos é natural que entender os movimentos de um investimento seja um dos assuntos cobrados no exame. Assim, ao candidato, vale ficar atento aos seguintes temas:

      • Elementos gerais de avaliação do desempenho de investimentos realizados em ativos imobiliários;
      • Fatores relacionados à avaliação geral do desempenho de investimentos realizados em Private Equity;
      • Pontos ligados à avaliação do desempenho de investimentos em fundos de investimentos em recebíveis;
      • Aspectos relacionados à avaliação do desempenho de investimentos em fundos de índice.

Gestão de risco

Outro tema cobrado pela Anbima aos candidatos à CGE é a gestão de risco. Dessa forma, esses são alguns dos temas que o candidato deve ficar atento:

      • Riscos relacionados na realização de investimentos em ativos alternativos;
      • Comparação de riscos em investimentos em ativos alternativos e investimentos em ativos tradicionais;
      • Impacto que investimentos em ativos alternativos causam em uma carteira composta por ações e títulos de renda fixa;
      • Processo de seleção de ativos e gestores para trabalharem com estes produtos;
      • Comparação com o mesmo processo relacionado aos gestores de classes tradicionais de investimentos;
      • Características e particularidades na gestão de um FII;
      • Características e particularidades na gestão de um fundo de Private Equity;
      •  Riscos específicos da securitização de recebíveis: risco de pré-pagamento, risco de fungibilidade, risco de base e risco de taxa de juros;
      • Características e particularidades na gestão de risco realizada em investimentos alocados em fundos de índice;
      • Utilização do fundo de índice na gestão de uma carteira diversificada;
      • Riscos específicos relacionados a investimentos alternativos: risco de calda (tail risk) e risco de liquidez.

Legislação, regulamentação e tributação

Por fim, a associação ainda cobra dos candidatos, conhecimento acerca da legislação, regulamentação e tributação da área. Vale reforçar que este é o assunto com maior peso nesta qualificação Anbima, portanto, o candidato deve ficar atento a determinados assuntos, como:

      • Instrução CVM n° 472/08 e alteração posteriores;
      • Características centrais dos FIIs de acordo com a regulação estabelecida pela Instrução CVM n° 472/08;
      • Funções e obrigações do administrador do FII;
      • Formas de como um FII participa de investimento imobiliário;
      • Questões envolvendo as cotas dos Fundos de Investimentos Imobiliários, subscrição e distribuição;
      • Conhecimento das leis e seus principais dispositivos que dispõem os FIIs;
      • Instrução CVM n° 578/16 e alteração posteriores;
      • Características centrais dos FIPs de acordo com a regulação estabelecida pela Instrução CVM n° 578/16;
      • Definição das categorias e classes dos FIPs;
      • Lei n° 11.478/07 e alterações posteriores;
      • Instrução CVM n° 356/01 e alteração posteriores;
      • Características centrais dos FIDCs de acordo com a regulação estabelecida pela Instrução CVM n° 356/01;
      • Instrução CVM n° 359/02 e alteração posteriores;
      • Características centrais dos fundos de índice de mercado de acordo com a regulação estabelecida pela Instrução CVM n° 356/01;
      • Tributação de fundos;
      • Explicação de fundos para investidores, pessoa física;
      • Regra de tributação ligada a FIIs, FIPs e FIDs;


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Conclusão sobre a CGE

CGE: saiba tudo sobre esta nova certificação da Anbima

Como apontado anteriormente neste texto, a CGE tende a afetar positivamente á gestão profissional de recursos de terceiros, isso porque o caminho para se tornar um gestor de investimentos se tornou algo mais acessível.

Seja através da diferenciação de tarefas, redução do tamanho de exame ou informações disponíveis sobre área, esta mudança da Anbima busca dar uma oxigenada no segmento de gestão profissional no mercado brasileiro.

Contudo, por ter sido implementado recentemente, é cedo para afirmações.

Todavia, os novos profissionais que desejam atuar nesta área devem enfrentar um desafio diferente.

Assim, tais mudanças que possibilitaram a criação da CGE se tornam relevantes, afinal é um momento em que as profissões do mercado financeiro estão em franca expansão, o aprimoramento e disseminação dos certificados financeiros se torna um fator de importância.

Guilherme Almeida
Guilherme Almeida
Bacharel em Economia e Especialista em Finanças Corporativas e Mercado de Capitais pelo Ibmec-MG. Mestrando em Estatística pela UFMG, atua como professor, palestrante e porta voz das áreas de economia e finanças, tendo concedido mais de mil entrevistas para os principais meios de comunicação. Atualmente, leciona matérias ligadas à Economia e ao Mercado Financeiro em cursos preparatórios para certificações financeiras, além de ser o Economista-Chefe do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG).