Qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários: saiba a resposta

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Qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários é uma das questões mais frequentes entre investidores iniciantes na bolsa de valores.  Algo que não poderia ser diferente, pois esta instituição financeira é um dos agentes mais relevantes do todo o mercado financeiro.

Portanto, entender qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários se torna um fator importante para quem busca ter atuação no segmento, especialmente porque seus serviços e profissionais, como o analista financeiro, podem ser importantes em diferentes contextos ao longo da jornada de investimentos do investidor.


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Qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários

A Corretora de Valores Mobiliários, ou corretora de valor, é uma instituição financeira cujo principal objetivo é intermediar a relação entre investidor e bolsa de valores no que diz respeito à negociação de ativos financeiros.

Dessa forma, estas empresas são de suma importância para o mercado financeiro e, consequentemente, para o Sistema Financeiro Nacional.

Além disso, os serviços oferecidos pelas corretoras de valores também são relevantes na questão de atrair novos investidores para bolsa de valores, pois auxiliam investidores iniciantes no processo de se adaptar com a dinâmica do mercado.

Portanto, é útil ter um conhecimento básico sobre o funcionamento deste tipo de negócio e suas atividades.

Atividades de uma corretoras de valores

Como introduzido anteriormente, as corretoras de valores são instituições financeiras que trabalham para intermediar a relação entre investidores e a bolsa de valores.

Assim, as corretoras de valores, através de seu corpo de profissionais, atraem indivíduos que estão buscando investir seu patrimônio, sendo que o papel da instituição financeira no processo é trabalhar para que o patrimônio do investidor gere renda.

Dessa forma, uma corretora trabalha intermediando a relação entre ambas as partes e oferecendo diversos produtos, dos quais é possível destacar ativos financeiros pertencentes a três categorias. São elas:

  1. Cotas de fundos de investimentos;
  2. Títulos Públicos – Tesouro Direto, Tesouro Selic, entre outros;
  3. Títulos de Crédito Privado – CDBs, LCAs, Debêntures, entre outros.

Através deste contexto, é possível destacar diferentes serviços prestados pelas Corretoras de Valores Mobiliários.

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Serviços da Corretora de Valores Mobiliários

Entre as responsabilidades de uma corretora de valores, é possível destacar algumas atividades, como, por exemplo:

  • Possibilitar a execução de compra e vendas de ativos financeiros na bolsa de valores;
  • Oferecer aos seus clientes as ferramentas necessárias para que o mesmo opere no mercado;
  • Ofertar aos seus clientes diferentes produtos financeiros, que variam desde o formato do rendimento até a categoria;
  • Definir as necessidades de cada cliente e o seu perfil de investimentos, oferecendo assim um serviço personalizado;
  • Assessorar os seus clientes em sua atuação no mercado financeiro, mapeando o mercado e encontrando os produtos que se encaixam no perfil de cada investidor;
  •  Ter um corpo de profissionais preparados para auxiliar o investidor e ajudá-lo a construir uma educação financeira relacionada à bolsa de valores.

Ou seja, as atividades prestadas por uma corretora de valores vão desde serviços mais técnicos, até a tarefa de auxiliar investidores a encontrar seu “caminho” na bolsa de valores.

Dessa forma, é possível perceber o porquê desta instituição financeira ser tão relevante para o funcionamento da bolsa de valores.

Todavia, antes de escolher uma corretora de valores para ser investidor, o cliente deve se preocupar com alguns pontos.

Critérios para escolha de uma corretora

Entendido qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários, é possível entender aspectos que vale serem considerados antes de se optar por uma corretora.

Em suma, o investidor deve considerar três pontos, são eles:

  1. Segurança;
  2. Custos;
  3. Histórico.

O primeiro ponto é referente à segurança que a instituição financeira possibilita aos seus clientes, isto é, como a corretora assegura os dados de seus usuários e a segurança de seus aplicativos e plataformas.

Além disso, as corretoras devem ter o cuidado antes de ofertar produtos aos seus clientes.

Assim, o corretor deve identificar o perfil do investidor e compreender quais produtos são interessantes para aquele perfil.

Enquanto, o segundo ponto é relacionado aos custos cobrados por uma corretora.

Geralmente as Corretoras de Valores Mobiliários cobram taxas de custódia, referente aos serviços de guardas os ativos, e taxas de corretagem, valor cobrado por realizar as operações de compra e venda.

Contudo, devido ao crescimento do setor, nos últimos anos, diversas instituições financeiras zeraram suas taxas.

Portanto, o investidor deve ter atenção aos valores cobrados pela corretora de investimentos antes de definir em qual investir.

Por fim, mas não menos relevante, vale ressaltar que o histórico da corretora também é outro ponto a se considerar.

Ou seja, avaliações relacionadas à clareza dos serviços prestados, eficiência em executar tarefas, entre outros pontos, são importantes no processo de definição sobre qual corretora aplicar capital.

Afinal, uma experiência ruim acerca deste tipo de instituição financeira influencia tanto no rendimento dos investimentos, quanto na relação entre indivíduo e a bolsa de valores.

Diferença entre CTVM e DTVM

Qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários: saiba a resposta

Ainda vale destacar que uma dúvida recorrente sobre o assunto é relacionada às diferenças entre uma CTVM e uma DTVM, também conhecida por Sociedade Distribuidoras de Títulos de Valores Mobiliários.

Historicamente, a diferença entre estes dois tipos de instituições financeiras era o fato que uma DTVM não podia ter atuação no mercado financeiro.

Todavia, tal cenário mudou, em 2009, quando o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, autorizou as atividades da Sociedade Distribuidoras de Títulos de Valores Mobiliários no segmento.

Desde então, tanto uma corretora de valores como uma distribuidora de títulos passaram a ter estruturas semelhantes, incluindo nos serviços ofertados para quem investe na bolsa de valores.

Assim, as diferenças entre estes dois tipos de negócios se tornaram pontuais, isto é, não existindo mais distinções significativas entre estes dois tipos de negócios.

Portanto, o mais aconselhável é que o investidor busque a instituição financeira que faz mais sentido para o seu perfil.

Afinal, ao entender qual o papel de uma Corretora de Valores Mobiliários e de uma DTVM o processo de realizar as aplicações financeiras se torna uma atividade mais simples.

Guilherme Almeida
Guilherme Almeida
Bacharel em Economia e Especialista em Finanças Corporativas e Mercado de Capitais pelo Ibmec-MG. Mestrando em Estatística pela UFMG, atua como professor, palestrante e porta voz das áreas de economia e finanças, tendo concedido mais de mil entrevistas para os principais meios de comunicação. Atualmente, leciona matérias ligadas à Economia e ao Mercado Financeiro em cursos preparatórios para certificações financeiras, além de ser o Economista-Chefe do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG).

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