Smart Beta: a alternativa para reduzir riscos e aumentar a diversificação

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Apesar das aplicações e de toda a funcionalidade da estratégia, o Smart Beta ainda não é relevante na estratégia de investimentos dos investidores brasileiros.

Dessa maneira, entender como o smart beta funciona e quais são as suas vantagens é essencial para que os investidores alcancem melhores retornos no mercado.

O que é o Smart Beta?

Traduzindo de forma literal, o Smart Beta nada mais é do que o “beta inteligente”, o qual se trata de uma estratégia de investimentos que permite alinhar diversificação, redução de risco e lucros maiores.

Importante lembrar que o Smart Beta tem relação com a teoria do mercado eficiente, desenvolvida por Eugene Fama e que diz que todas as informações disponíveis estão embutidas nos preços.

Nesse sentido, o Smart Beta busca unir estratégias passivas e ativas para atingir os objetivos acima expostos.

Para que fique mais fácil compreender a aplicação desse índice é importante entender o que é o Beta.

O que é o Beta?

A partir dos ensinamentos emanados por Markowitz em sua teoria moderna do portfólio, foi produzido com vistas a mensurar a volatilidade de um ativo e, até mesmo de um portfólio, o índice Beta.

Esse índice é uma forma de mensurar a sensibilidade de uma carteira de investimentos em relação ao mercado, o qual pode ser representado por ETFs como é o IVV para o S&P500 ou o BOVA11 para o Ibovespa.

Assim, o valor do Beta permite que o investidor identifique se seus investimentos acompanham ou não as movimentações do mercado. 

Dessa maneira, um Beta igual a 1 diz que a carteira anda da mesma forma que o mercado, ou seja, se o mercado subir ou cair 15% sua carteira se movimenta da mesma maneira.

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O que são investimentos ativos e passivos?

Visto que a principal diferença do Smart Beta é a união entre estratégias ativas e passivas dentro do mercado financeiro, identificar o que são esses tipos de investimento é o primeiro passo para adotar essa estratégia de investimentos.

Nesse sentido, os investimentos ativos são aqueles que apresentam uma elevada demanda por estudo, principalmente em relação a análise fundamentalista para criar critérios de escolha.

Assim, o investimento ativo precisa de:

Por outro lado, investimentos passivos não demandam todas essas etapas, uma vez que é uma forma confortável de se investir, o que permite realizá-la em poucos minutos.

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É possível investir em Smart Beta?

Como elucidado até aqui, o Smart Beta é uma estratégia de investimentos em que se faz necessário adicionar estratégias ativas e passivas.

Para que seja possível investir em Smart Beta, a grande alternativa é a alocação do capital nos Exchange Traded Fund (ETFs), os quais são mais seletivos do que os demais fundos disponibilizados no mercado.

Apesar do ETF replicar, muitas vezes, um índice de mercado, o que o torna um investimento passivo, a sua composição é alterada a cada modificação em características dos ativos que o compõem, como:

  1. Níveis de endividamento
  2. Análises de desempenho
  3. Rendimento das empresas

Com isso, o Smart Beta é a principal alternativa para aqueles que querem obter melhores retornos dentro do mercado financeiro.

Guilherme Almeida
Guilherme Almeida
Bacharel em Economia e Especialista em Finanças Corporativas e Mercado de Capitais pelo Ibmec-MG. Mestrando em Estatística pela UFMG, atua como professor, palestrante e porta voz das áreas de economia e finanças, tendo concedido mais de mil entrevistas para os principais meios de comunicação. Atualmente, leciona matérias ligadas à Economia e ao Mercado Financeiro em cursos preparatórios para certificações financeiras, além de ser o Economista-Chefe do departamento de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG).

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